Piscinas Municipais Cobertas de Tarouca, a excelência pela saúde
Inauguradas a 1 de julho de 2010, as Piscinas Municipais Cobertas de
Tarouca são um equipamento desportivo de excelência, uma mais valia ao
serviço da população que, como o aumento gradual de afluências e utentes
comprovam, têm contribuído sobejamente para a melhoria da qualidade de
vida dos seus utentes.
A moderna estrutura desportiva reúne todos os requisitos necessários à
prática das diversas modalidades aquáticas para todas as idades e
diferentes níveis de ensino (natação livre, hidroginástica para
seniores, hidroterapia e natação para bébés), orientados por um grupo de
técnicos especializados na área desportiva e por duas técnicas de saúde
que, todos os sábados, se encontram nas instalações das piscinas para
efetuar o acompanhamento nutricional e físico dos frequentadores.

Graças à diversidade e qualidade evidenciadas, desde a sua
abertura ao público, as PMCT têm vindo a receber, diária e anualmente,
um maior número de utentes provenientes não só do concelho de Tarouca
mas também dos concelhos limítrofes, de instituições locais e regionais,
tendo no último ano sido registadas mais de mil e seiscentas
frequências por mês e mais de vinte mil entradas por ano.
No sentido de ajustar o período de funcionamento das piscinas à
disponibilidade dos seus utilizadores, o equipamento desportivo
encontra-se aberto de segunda a sexta das 9h30 às 21h e ao sábado das
9h30m às 19h, fechando as suas portas apenas no mês de agosto, para que
se possa proceder à manutenção dos tanques e, uma vez que as Piscinas
Municipais Descobertas se encontram disponíveis, há possibilidade de dar
continuidade à prática desportiva regular.
O custo do acesso às piscinas está longe de ser um entrave para dar
umas boas braçadas e adotar hábitos desportivos que promovam a saúde,
visto que estão à disposição dos praticantes um conjunto de
possibilidades que permitem obter custos baixos e pouco significativos,
nomeadamente através da aquisição do cartão de utente.
Num edifício amplo, que se dilui no espaço urbanístico da cidade, no
qual se destaca uma notável cortina de vidro que se assume como uma
verdadeira tela para a realidade exterior, as Piscinas Municipais
Cobertas de Tarouca comportam um tanque de competição com 25m de
comprimento e 12,5m de largura e um tanque de aprendizagem com o
comprimento de 12,5m por 8m de largura, para além de outros espaços de
apoio à realização de atividades.
Encaradas como um instrumento de integração e desenvolvimento, as
Piscinas Municipais Cobertas encerram em si um universo de alternativas
para a prática de excelentes atividades motoras que promovem a qualidade
de vida. Venha conhecer os seus serviços e descubra como é tão fácil
dar mais saúde à sua vida.
(Fonte: Municipio Tarouca)
Conferências do Douro Sul

A Associação de Municípios do Vale do Douro Sul promoveu, no dia 23
de novembro, o terceiro ciclo de Conferências do Douro Sul, que decorreu
no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego.
O Presidente da Câmara Municipal de Tarouca, Mário Caetano Teixeira
Ferreira, presidiu à sessão de encerramento da conferência, onde a
“Estratégia de desenvolvimento para o Vale do Douro Sul”, “Portugal e o
Douro - Haverá lugar no futuro da História?” e “Os desafios da
construção europeia - Convergência ou crise?” foram os temas debatidos.
Os autarcas dos 10 concelhos do Douro Sul participaram na direção dos
trabalhos nos diferentes painéis organizados, que tinham por base a
criação de um espaço de reflexão de nível regional sobre os desafios que
o mundo rural enfrenta, com particular realce na região do Douro.
Na sua intervenção, o Presidente da Câmara Municipal de Tarouca,
deixou uma mensagem de confiança no futuro, deixando um apelo “às forças
vivas desta admirável região: o de responderem com espírito inovador e
empreendedor aos desafios que se apresentam a este território”.
Mário Ferreira defendeu que é necessário “mais Douro no Mundo, mais Mundo no Douro”.
Foram oradores convidados o antigo chefe de projeto da Estrutura de
Missão do Douro, Ricardo Magalhães, o antigo Ministro da Economia,
Augusto Mateus, o sociólogo e ex-ministro António Barreto, os euro
deputados Elisa Ferreira, Ilda Figueiredo e José Manuel Fernandes, e o
Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, que presidiu à sessão
de abertura.
(Fonte: Municipio Tarouca)
Casa do Paço de Dalvares: um espaço, múltiplas funcionalidades
No âmago da freguesia de Dalvares, num local onde predomina o
sossego, facilmente se distingue a solarenga e centenária Casa do Paço,
referência de assaz importância histórica para as gentes da vila e do
concelho, uma vez que, durante séculos, o quotidiano de grande parte dos
habitantes locais se desenrolava na Casa e dependia dos bens do Paço.
Enquadrada numa malha rural, a Casa do Paço de Dalvares, um amplo
edifício quadrangular de silharia perfeita, sombrio e de porta em arco,
cuja origem remonta à Idade Média, foi, em tempos idos, pertença de D.
Egas Moniz (o famoso aio de D. Afonso Henriques, primeiro rei de
Portugal), que a terá passado aos seus descendentes.
Em 1994, após várias décadas em avançado estado de degradação, a
Câmara Municipal de Tarouca, reconhecendo o valor arquitetónico e por
força da riqueza da sua história, adquiriu o imóvel, tendo, entre 2004 e
2006, procedido à sua recuperação e respetiva inauguração, a expensas
exclusivas da autarquia.
No intuito de ajustar esta nova infraestrutura de animação social e
turística às necessidades culturais do concelho, de potenciar os valores
culturais e económicos da região, sobretudo no que diz respeito às
atividades artísticas, artesanais e gastronómicas e de a inserir em
novos circuitos turísticos, a autarquia dotou o espaço com outras
potencialidades que contribuem para o seu enriquecimento.
Desde a sua inauguração, a Casa do Paço encerra em si várias
potencialidades, de forma a abranger os vários interesses dos mais
diversos públicos: é sede da Confraria do Espumante; acolhe o Museu do
Espumante, onde estão recriados todos os processos de produção e
engarrafamento do espumante; alberga a Rota das Vinhas de Cister e a
Comissão Vitivinícola Regional do Távora – Varosa; possui um ponto de
venda e prova de produtos locais, que exibe o que de melhor a região
tem; reúne vários espaços propícios para a realização de reuniões e
sessões de trabalho e, finalmente, dispõe de um espaço internet, onde
todos os visitantes, através das novas tecnologias de comunicação e
informação, podem ter acesso, em várias línguas, a informação turística e
cultural do concelho e da região.
Visitar a Casa do Paço, um dos ex-libris de Tarouca, constitui um bom
ponto de partida para conhecer o concelho e a região. É um espaço
aberto, com cheiro a tradição e com as marcas da riqueza do passado, que
proporciona um programa farto para saciar a vontade de quem passa e de
quem quer voltar.
(Fonte: Municipio Tarouca)
MUSEU DE LAMEGO Homens que falam como mulheres
O Museu de
Lamego e o Mosteiro de Santa Maria de Salzedas encheram esta quinta e
sexta-feira para ouvir os Cantares dos Trovadores Galaico-Portugueses.
Numa extraordinária reinterpretação contemporânea de Gisela Cañamero e
José Manhita, da “arte pública”, ouviu-se uma sequência de poemas desde a
donzela apaixonada à mulher casada, do diálogo entre mãe e filha à fuga
desta para o encontro amoroso, do amor correspondido à relação
defraudada.
No Museu
de Lamego, a sala Grão Vasco foi o palco escolhido. Num cenário
seiscentista, o público recuou quatro séculos e durante cerca de uma
hora viajou pelas origens da literatura portuguesa, onde as Cantigas de
Amigo foram rainhas.
No Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, a sacristia foi pequena para acolher os alunos que quiseram ouvir poesia. Ora
musicadas, ora declamadas, as Cantigas de Amigo entoaram para cerca de
150 pessoas, entre alunos e público em geral, recordando o tempo em que
os homens se colocavam na pele das mulheres para lhes darem a voz que
lhes era negada pelo analfabetismo.
Numa
vertente altamente pedagógica, Gisela Cañamero teve oportunidade de
explicar ao público escolar a importância do estudo do berço da língua
portuguesa que está, precisamente, na literatura do séc. XII, evocando
ainda as Cantigas de Amor a as Cantigas de Escárnio e Maldizer.
Numa
performance onde não faltaram as leis do amor, publicadas por André
Capelão (séc XII) em «Tractatus de Amore», os dois atores foram muito
aplaudidos pelo público, que foi presenteado com uma interpretação no
português contemporâneo, que pôde acompanhar no original, através de um
caderno elaborado para o efeito.
João
Garcia de Guilhade, Pero Viviães, João Airas de Santiago ou Martim de
Guinzo foram alguns dos trovadores recordados ao longo das quatro
sessões da performance, em Lamego e Salzedas, pelas vozes de Gisela
Cañamero e José Manhita, celebrando o Berço da Poesia Portuguesa, na
perspectiva dos homens que se colocaram na pele das mulheres para
sentirem, por elas, as «coitas de amor».
(Fonte: Vale do Varosa)
Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Tarouca participa no 13º Festival de Orquestras Ligeiras em Alcobaça

Foi
no dia 17 de novembro que a Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de
Tarouca (OLCMT) partiu em direção à freguesia de Bárrio, concelho de
Alcobaça, para participar no 13º Festival de Orquestras Ligeiras.
O Festival, promovido pela Junta de Freguesia de Bárrio, para além de
ter contado com a participação da OLCMT, contou ainda com a atuação do
grupo anfitrião, a Orquestra Ligeira e Juvenil de Bárrio e com a
presença da Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica de Ansião.
Mais uma vez, a Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Tarouca, com
a participação em certames desta natureza e com a qualidade artística e
musical que imprime nas suas atuações, eleva o concelho de Tarouca e
dignifica as suas gentes.
(Fonte: Municipio Tarouca)
Município de Tarouca abre caminho rural que liga Vila Chã do Monte a Pinheiro

As
localidades de Vila Chã do Monte e Pinheiro, ambas pertencentes à
freguesia de S. João de Tarouca, terão em breve uma nova via de ligação.
A Câmara Municipal de Tarouca, reconhecendo que a existência de um
caminho rural entre as duas localidades permitirá melhorar as
acessibilidades às explorações agrícolas ali existentes, possibilitando
uma melhor circulação de equipamentos e de pessoas, e constatando que a
área envolvente às duas localidades possui uma vegetação muito densa,
que exige que ali haja um caminho que possibilite a criação de um “corta
fogo” perpendicular ao relevo, permitindo, em caso de necessidade,
desencadear uma ação de fogo controlado, decidiu avançar com a
empreitada.
Com a abertura do novo caminho rural, vê-se concretizada uma das
pretensões das populações das duas localidades, que veem assim criados
melhores meios de acesso aos seus terrenos agrícolas e condições de
combate a incêndios florestais mais seguras.
(Fonte: Municipio Tarouca)
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